domingo, 16 de janeiro de 2022

Saudade

Quando a saudade bate
Neste nobre coração que vela
A lembrança nesta tarde
Recorda-me o quanto és bela.

E a saudade grita
No coração que suspira
Duma saudade aflita
Do amor que não expira.

O coração incita a falar
Das coisas belas da vida
Da beleza do teu olhar
Minha doce querida.

E quando o sino bate
No alto da capela
Meu coração rebate
A saudade da nobre donzela.

E a saudade continua
Batendo no peito que arde
Enquanto grita sem alarde
Na memória a lembrança tua.

Sobre o Autor:
Charles Vale Ramos Júnior tem 33 anos, além de escrever poesias é apaixonado por Informática e Basquete. Um dia resolveu criar este blog para compartilhar seus versos e outras coisas mais.

Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
sou poeta.
Cecília Meireles